Aline de Moura, de 26 anos, é mãe de primeira viagem. Foi no Hospital Inácia Pinto dos Santos, o Hospital da Mulher, que nasceu a pequena Áila Moreira pesando 3,150 Kg. A bebê necessitou permanecer na Unidade de Terapia Intensiva (UTI Neonatal). Na manhã de hoje, 14, mãe e filha receberam alta médica.
"Foi uma surpresa para mim. Hoje estou tranquila porque minha filha se recuperou e vamos para casa", comemorou. Também cheia de expectativas e esperanças com a recuperação de seu filho, Joicecleide da Conceição Souza, moradora da cidade de Ipecaetá, teve seu bebê no Hospital da Mulher no último domingo, 12.
Ela está internada na enfermaria enquanto o pequeno João Guilherme permanece na UTI Neonatal. Após o parto, ele apresentou má formação congênita e não tem previsão de alta. "Tomei como surpresa. Fiz o pré-natal e só após o nascimento foi detectado o problema. Tenho fé que vou levar meu filho pra casa", desabafou Joicecleide.
Os relatos de Áila e Joicecleide se assemelham a centenas de testemunhos de mães que pariram no Hospital da Mulher e enfrentaram a angústia pela espera da recuperação de seus filhos na UTI Neonatal. Somente nos cinco primeiros meses deste ano, das 3.222 crianças que nasceram na unidade, 7% precisaram do suporte do berçário de médio risco e da UTI Neonatal – foram 225 bebês salvos.
Segundo a diretora-presidente da Fundação Hospitalar, Gilberte Lucas, a unidade funciona de portas abertas 24 horas. “Todas as mulheres que chegam em situação de vulnerabilidade e emergência clínica são atendidas imediatamente”, afirma.
Humanização
O Hospital da Mulher vem construindo um novo modelo de atenção ao parto e nascimento, baseados na humanização do cuidado à saúde da mulher e do recém-nascido, inclusive com o incentivo ao parto natural. Do total de partos realizados neste ano 56% (1.800) foram normais e 44% (1.422) foram cesarianos.
Até o final de agosto, a Prefeitura de Feira prevê entregar à população mais oito leitos de berçário de médio risco.
Segundo Gilberte Lucas, o berçário é um equipamento hospitalar de grande relevância para a redução de mortalidade infantil com atendimento aos recém-nascidos considerados de médio risco e que demandam assistência contínua com assistência multiprofissional. “Com a ampliação de leitos para os bebês que nascem prematuros asseguramos a oferta do serviço com atenção e cuidados necessários”, afirmou.
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