Boca de Forno News
Músicos, garçons, empresários e entre outros trabalhadores que atuam no setor artístico no período noturno em Feira de Santana, reivindicam contra as medidas impostas pelos governos municipal e estadual para barrar o avanço da Covid-19 na cidade. A categoria alega que está sendo impedida de trabalhar devido as restrições, o que está impactando diretamente os profissionais.
"O músico é um profissional como qualquer outro (...) o músico não é o problema. Está faltando empatia", protesta o sanfoneiro Janderson do Acordeon. Ao Boca de Forno News, ele se manifestou em nome da classe a favor da retomada gradativa do setor cultural.
"O problema é o controle das pessoas dentro do estabelecimento sem as medidas de segurança, não o músico. Estamos passando por um regime muito difícil. Tem gente que não aguentou e já mudou de profissão."
Com mais de seis mil casos ativos de Covid-19, Feira de Santana passa por mais um momento crítico da pandemia, com hospitais lotados e aumento do número de casos e mortes. Só neste mês, 29 pessoas já morreram em decorrência de complicações da doença na cidade - o recorde, desde o início da pandemia, foi em maio deste ano, com 100 mortes, segundo a prefeitura. Além disso, o número de internações com pessoas abaixo de 59 anos aumentou.
Informações do repórter Reginaldo Lima
Cultura Inscrições abertas para oficina de percussão do projeto “Raízes do Sorriso” levam música e cidadania a jovens de Feira de Santana
Estável Cantor Edson Gomes é internado em UTI de hospital na Bahia após passar mal depois de show
Crônica da semana Os impactos das Bets nos resultados do futebol brasileiro
Cultura Feira de Arte “Do Agora: Matéria em Ancestralidade” reúne artistas e mestres escultores durante o mês da Festa da Boa Morte em Cachoeira
Crônica da semana A nova lei do futebol de parada para hidratação
Crônica da semana A educação e a transformação social 
Mín. 17° Máx. 29°
Mín. 18° Máx. 32°
Tempo nubladoMín. 20° Máx. 32°
Tempo nublado


