O senador Angelo Coronel disse em entrevista exclusiva ao site, nesta terça-feira (10), que ainda não há uma definição quanto ao partido político que a sua família se abrigará para disputar as próximas eleições de outubro.
Coronel deixou o PSD no mês de janeiro deste ano e anunciou que irá disputar à reeleição ao Senado Federal na chapa do pré-candidato da oposição ao Governo da Bahia, ACM Neto (União), após ser preterido pelo PT.
"Ainda não [há uma definição]. Acredito que até final da próxima semana tenhamos uma decisão", afirmou, confirmando que o seu filho Diego irá para a mesma sigla que ele.
O deputado federal Diego Coronel havia dito ao site no último dia 5 que as conversas com as siglas estavam acontecendo, e que até esta terça-feira (10) o martelo poderia ser batido, o que ainda não aconteceu.
Na ocasião, o parlamentar relatou que achava difícil uma filiação ao União Brasil, mas que não descartava essa possibilidade. Além do União Brasil, a família Coronel também recebeu convites de outras siglas como o Podemos, PP, PSDB e Republicanos.
Nesta terça, Coronel foi taxativo quanto a informação que circulou, na última segunda-feira (9), de que dentre esses partidos a família estaria mais próxima de fechar com o Podemos. "Especulação", declarou.
PSD na vice de Jerônimo
O senador considera "natural" a movimentação do PSD para a vaga de vice na chapa do governador Jerônimo Rodrigues (PT). Os nomes da presidente da Assembleia Legislativa da Bahia, Ivana Bastos, dos deputados estaduais Adolfo Menezes e Alex da Piatã foram ventilados para o posto.
As articulações ocorreram após a saída de Coronel do partido e formam confirmadas na última segunda-feira (10) pelo petista.
"Natural que todos os partidos busquem mais espaço no campo que estão atuando", finalizou Coronel.
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