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Famílias e funcionários defendem Centro Educacional Turma da Mônica após ataques nas redes sociais

Os envolvidos já foram denunciados e respondem a processos na Justiça, além de haver registro de queixa na delegacia. A proprietária e diretora da unidade, Tamires Lima, também afirma ter sido alvo de ataques pessoais.

18/08/2026 16h07
Por: Karoliny Dias Fonte: Assessoria
Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

O Centro Educacional Turma da Mônica, localizado no bairro SIM, em Feira de Santana, tem recebido manifestações de apoio de pais de alunos e funcionários após uma série de ataques nas redes sociais. Segundo informações apuradas pela escola, as publicações seriam atribuídas a dois ex-funcionários e duas mães que não possuem mais filhos matriculados na instituição. Os envolvidos já foram denunciados e respondem a processos na Justiça, além de haver registro de queixa na delegacia. A proprietária e diretora da unidade, Tamires Lima, também afirma ter sido alvo de ataques pessoais.

Nesta terça-feira (18), mães de alunos e funcionários decidiram se manifestar publicamente em defesa da escola e da direção. Entre elas está Dirleide Oliveira, mãe de uma criança autista, que destaca o acolhimento oferecido pela instituição e os avanços do filho. “A escola e a coordenação são todos bastante acolhedores. Isso me deixa muito tranquila. Meu filho hoje faz coisas que não fazia antes”, relatou. Segundo ela, em apenas dois dias na escola, a criança passou a comer sozinha, algo que ainda não fazia.

A funcionária Elizângela também destacou o funcionamento da instituição e afirmou que os ataques não interferiram nas atividades escolares. Segundo ela, pais, estudantes e colaboradores são bem acolhidos e a rotina segue normalmente. O Centro Educacional Turma da Mônica atua na educação infantil, creche e ensino fundamental I e II e possui toda a documentação necessária para garantir seu funcionamento regular. Para as famílias e funcionários que se manifestaram, a escola continua cumprindo seu papel educacional e oferecendo um ambiente de acolhimento aos alunos.

Tamires Lima informou que todas as providências cabíveis já foram adotadas em relação aos ataques e agradeceu o apoio recebido das famílias e dos funcionários. A diretora também anunciou que a instituição deverá abrir uma nova unidade em Riachão do Jacuípe, com previsão de funcionamento a partir de 2027. Tamires reforçou ainda que confia na atuação da Justiça e que os responsáveis pelos ataques responderão pelos atos, enquanto a escola segue com suas atividades e projetos de expansão.

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