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A energia solar é uma fonte de energia limpa e renovável. O aproveitamento da radiação solar traz benefícios simples e claros. Uma instalação fotovoltaica pode reduzir a conta de energia elétrica, contribuir para a preservação do meio ambiente, gerar empregos e promover a inclusão social. Mesmo assim, a energia solar ainda está pouco difundida no Brasil.
A geração de eletricidade a partir da radiação solar é uma tecnologia bem estabelecida e utilizada em muitos países. Atualizações frequentes e o aumento do número de instalações impulsionam a redução dos custos dos sistemas e a melhora da eficiência dos componentes, como os painéis fotovoltaicos. No entanto, a energia solar ainda representa uma pequena parcela da matriz elétrica brasileira. Grande parte da geração elétrica nacional é proveniente de usinas hidrelétricas em grandes bacias hidrográficas. Além das questões energéticas, o uso de sistemas fotovoltaicos em áreas urbanas contribui para a redução da poluição do ar e do calor.
O uso de energia solar traz benefícios simplesmente ambientais. Ele reduz a emissão de gás carbônico (CO2), diminui a poluição do ar, preserva os ecossistemas, utiliza um recurso renovável e é mais limpo que a geração de energia fóssil, o cuidado com a energia solar não afeta a biodiversidade, painéis solares, durante a sua operação, são silenciosos, dentre inúmeras outras vantagens.
Esta fonte de energia gera economia e renda, reduz a conta de luz, pode quitar investimentos e costuma aumentar o valor de mercado do imóvel. Os gastos ficam mais previsíveis e amortizados ao longo do tempo. Em regiões ensolaradas, a energia solar é muito barata, mesmo em condições desfavoráveis.
As contas de luz variam de preço todos os meses, além dos reajustes feitos anualmente, impactando o orçamento familiar. A energia solar fotovoltaica evita essa incerteza. O custo de um sistema solar é um valor fixo pago uma única vez e o valor total das contas de energia ao longo do tempo com a energia solar é menor. Isso ocorre mesmo que a conta das parcelas da instalação seja maior nos primeiros anos. Por isso, até mesmo um sistema pequeno, instalado em uma casa, pode fazer sentido.
O impacto econômico positivo é maior em regiões ensolaradas. Ao longo do ano, a energia gerada é bem maior do que o que uma casa usa e o que não é consumido vai para a rede elétrica e compensa o que foi utilizado em meses nublados ou chuvosos. O balanço é calculado a cada 12 meses. Um sistema bem projetado para uma casa em uma região ensolarada pode até gerar crédito suficiente para que a conta de luz fique zerada durante um ou mais meses.
Casas com energia solar costumam ter uma instalação simples: painéis fotovoltaicos na cobertura, um inversor no interior e a conexão com a rede elétrica. A energia da luz atinge as células do painel, que transformam radiação solar em eletricidade. Um conversor converte a corrente contínua oriunda dos painéis em corrente alternada, tipo que a rede elétrica e a maioria dos aparelhos utilizam.
A adoção da energia solar pode ser dificultada por barreiras como o custo inicial elevado, a variabilidade da geração, a necessidade de espaço, a orientação do telhado, a burocracia ou a indisponibilidade de garantia. Para superá-las, recomenda-se buscar fontes de financiamento, dimensionar o sistema de forma conservadora, realizar a manutenção de forma regular e monitorar o consumo.
Por Alberto Peixoto
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