O Brasil registrou uma redução significativa de 16,7% nas suas emissões brutas de gases de efeito estufa em 2024, totalizando 2,145 bilhões de toneladas de gás carbônico equivalente. Os dados, divulgados pelo Observatório do Clima com base no sistema SEEG, revelam a segunda maior queda da série histórica iniciada em 1990.
Quando considerada a emissão líquida, que subtrai o carbono absorvido por florestas e áreas protegidas, o recuo foi ainda mais expressivo, atingindo 22%, com um total de 1,489 bilhão de toneladas.
O principal motor dessa queda foi o combate ao desmatamento na Amazônia e no Cerrado, resultando em uma retração de 32,5% nas emissões por mudança de uso da terra. Quase todos os biomas brasileiros apresentaram melhora, com exceção do Pampa, que registrou alta de 6%.
Entretanto, o relatório faz um alerta crítico sobre o peso dos incêndios florestais de 2024. As emissões geradas pelo fogo atingiram o recorde histórico de 241 milhões de toneladas.
“Caso fossem contabilizados no inventário oficial – o que hoje não ocorre – eles poderiam dobrar as emissões líquidas associadas à mudança de uso da terra”, destaca o documento, evidenciando que as metas climáticas ainda correm sérios riscos.
Enquanto o setor de uso da terra recuou, outros segmentos da economia mostraram estabilidade ou crescimento, dificultando uma queda ainda mais acentuada.
A agropecuária teve uma redução marginal de 0,7%, mas os setores de energia (0,8%), processos industriais (2,8%) e resíduos (3,6%) registraram aumentos nas suas emissões.
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