A Argentina enfrenta nesta quinta-feira, 19, uma greve geral contra a reforma trabalhista enviada ao Congresso pelo presidente Javier Milei. A proposta já foi aprovada no Senado e começou a ser debatida na Câmara dos Deputados, com expectativa do governo de votação até 1º de março.
A paralisação foi convocada pela Confederação Geral do Trabalho (CGT), maior central sindical do país, e provocou forte impacto no transporte aéreo. A Aerolíneas Argentinas cancelou 255 voos, sendo 21 entre Brasil e Argentina. Também houve cancelamentos e reprogramações por parte da Gol Linhas Aéreas, LATAM Airlines e JetSMART. Aeroportos em Buenos Aires, Córdoba, Mendoza e Rosário tiveram operações afetadas.
Além da greve, são esperados protestos. O governo orientou a imprensa a adotar “medidas de segurança” e alertou para possíveis situações de risco.
Considerada uma das maiores mudanças na legislação trabalhista argentina em décadas, a reforma flexibiliza contratos, amplia a jornada diária de 8 para até 12 horas (com compensação e sem pagamento de horas extras), facilita demissões, altera regras de férias e impõe limites a greves.
O governo argumenta que a medida busca reduzir custos e estimular a formalização do emprego, em um cenário em que cerca de 40% dos trabalhadores estão na informalidade.
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