O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), afirmou ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que a megaoperação policial realizada contra o Comando Vermelho seguiu as diretrizes estabelecidas pela corte no julgamento da ADPF das Favelas.
"Foi planejada com controle judicial e acompanhamento ministerial, concentrando-se, preferencialmente, em áreas não residenciais, sem impacto sobre escolas, e com emprego proporcional da força", disse Castro em petição enviada ao relator nesta segunda-feira (3).
Em um documento de 26 páginas, o governador respondeu a pedidos do ministro, detalhando a definição do grau de força, número de agentes envolvidos, identificação das forças atuantes, armamentos usados, balanço de mortos, feridos e detidos, além das medidas para garantir a responsabilização em casos de abusos e violações de direitos humanos.
No domingo (2), Moraes determinou a preservação e documentação "rigorosa e integral" de todos os elementos materiais relacionados à execução da operação policial nos complexos da Penha e do Alemão, realizada na última terça-feira (28), que deixou 121 mortos, incluindo quatro policiais.
Moraes e Castro se reuniram na manhã desta segunda-feira no Centro Integrado de Comando e Controle (CICC), na região central do Rio. A reunião durou duas horas e meia e contou com uma visita técnica à sala de inteligência da Polícia Militar, onde funciona o sistema de câmeras portáteis usado na operação.
"Conversamos sobre o projeto de retomada que está em fase de organização pelo CNMP [Conselho Nacional do Ministério Público] e demos ao ministro total possibilidade de tirar todas as dúvidas sobre a política de segurança do Rio de Janeiro e os desafios do combate ao crime", afirmou Castro, em nota via assessoria de imprensa.
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