A vereadora de Salvador, Débora Santana (PDT), se manifestou por meio de sua assessoria após familiares do maratonista Emerson Pinheiro, de 29 anos, vítima de um atropelamento na orla da Pituba, acusarem sua família de tentar oferecer dinheiro para silenciar o caso.
O motorista responsável pelo acidente é o empresário Cleydson Cardoso Costa Filho, de 26 anos, filho da parlamentar. Em nota enviada ao site, a parlamentar nega qualquer tentativa de comprar o silêncio da família e afirma que a abordagem feita por uma assessora tinha o objetivo exclusivo de oferecer apoio.
“O que de fato ocorreu foi uma iniciativa de aproximação, por meio de uma assessora, com a intenção exclusiva de oferecer apoio, auxílio e solidariedade em um momento de fragilidade. (...) Reafirmamos que jamais houve a intenção de calar a família”, diz o comunicado.
A vereadora reforçou que permanece à disposição e destacou que o foco deve estar na recuperação da vítima.
Em entrevista concedida ao site, nesta manhã, Maria do Carmo, avó de Emerson, afirmou que uma representante enviada pela mãe do motorista teria procurado a família no Hospital Geral do Estado (HGE) com uma proposta financeira.
“A mãe dele mandou oferecer dinheiro. Qual o dinheiro que paga um órgão? Uma perna? Um braço, um olho? (...) Para mim, interessa a vida dele, a saúde dele e a perna dele, que ele perdeu e não vai voltar”, desabafou.
Segundo Maria do Carmo, a suposta oferta tinha como objetivo dar um “cala-boca” à família. A avó disse ainda que pediu à representante que deixasse o local imediatamente.
O jovem participava de um treino coletivo para uma maratona que vai acontecer no mês que vem, em Buenos Aires, na Argentina, quando aconteceu o acidente. Emerson, que teve uma das pernas amputada após o atropelamento, segue internado e precisa de doação de sangue.
Leia a íntegra da nota enviada pela assessoria da vereadora:
"Nota de Esclarecimento
A Assessoria de Comunicação da vereadora Débora Santana esclarece que não procede a informação de que teria havido qualquer tentativa de oferecer dinheiro à família para silenciar o caso envolvendo o filho da parlamentar.
O que de fato ocorreu foi uma iniciativa de aproximação, por meio de uma assessora, com a intenção exclusiva de oferecer apoio, auxílio e solidariedade em um momento de fragilidade. A família de Emerson Pinheiro preferiu não manter esse contato, mas, ainda assim, foi deixado telefone de referência, reforçando que a vereadora e sua equipe permanecem à disposição.
Reafirmamos que jamais houve a intenção de calar a família. Pelo contrário: a única finalidade foi demonstrar cuidado humano e institucional diante de uma situação tão delicada. Neste momento, o foco deve estar no bem-estar de Emerson Pinheiro e na serenidade de todos os seus familiares."
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