Um relatório da Quaest publicado nesta semana sobre o tema da “adultização infantil” ganhou repercussão após a denúncia feita pelo influenciador Felca em 6 de agosto. Entre essa data e o dia 13, foram coletadas cerca de 1,06 milhão de menções em redes como X (antigo Twitter), Instagram, Facebook, YouTube e Reddit, além de sites de notícias. O monitoramento apontou um alcance médio de 15,3 milhões de visualizações por hora e 168 mil autores únicos discutindo o assunto.
As menções cresceram logo após a publicação do vídeo, com picos entre os dias 7 e 9 e novo aumento a partir do dia 10, atingindo o ápice em 13 de agosto. A análise revela ausência de hashtags centrais, mas destaca a circulação de expressões como “regulamentação é proteção” e “regulação das redes sociais”, indicando a ampliação do debate para além da denúncia original.
O levantamento também registrou mudanças no ambiente político. O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos/PB), anunciou que pautaria o tema no plenário, reforçando a transição da discussão das redes para instâncias institucionais.
Outro dado relevante é a explosão de buscas no Google pelo termo “adultização”. Praticamente inexistente antes da denúncia, a procura atingiu seu ponto mais alto em 12 de agosto. Para a Quaest, a entrada de novas figuras públicas tende a manter o tema em evidência e ampliar a mobilização social nos próximos dias.
Passagens Passagens internacionais para a Bahia crescem mais de 40% no Carnaval e superam média nacional
Redes sociais Redes sociais concentram 78% das fraudes digitais no Brasil em 2025, aponta Serasa
Relações de trabalho PGR defende legalidade da pejotização e competência da Justiça comum para analisar contratos
Entregas Lula e Jerônimo Rodrigues entregam investimentos na Bahia
Brasil Não há mais razão para manter escala 6x1 e jornada de 44h, diz senador
Tensão Código de Ética do STF gera tensão entre Fachin e Moraes 
Mín. 21° Máx. 35°
Mín. 21° Máx. 37°
ChuvaMín. 22° Máx. 36°
Chuva



