O ex-presidente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Alessandro Stefanutto, havia informado ao Congresso, menos de um mês antes da realização da operação da Polícia Federal (PF) que identificou fraudes e descontos indevidos em benefícios do órgão, que não era possível "identificar indício de dolo, fraude ou erro administrativo em relação a possíveis descontos indevidos". A operação Sem Desconto foi deflagrada pela PF no dia 23 de abril.
Assinada por Stefanutto no dia 7 de abril, a manifestação só foi enviada ao Congresso pelo Ministério da Previdência Social (MPS) esta semana. De acordo com o g1, a fala de Stefanutto, que foi demitido após a realização da operação policial, foi dada em resposta a um pedido de informação apresentado pela deputada Júlia Zanatta (PL-SC) ainda em fevereiro.
No questionamento, a parlamentar destacava "denúncias sobre a realização de descontos indevidos em benefícios pagos pelo INSS, incluindo aposentadorias e pensões" e mencionava reportagem do Jornal Nacional sobre o tema, publicada em novembro do ano passado.
Ao responder sobre o volume de reclamações apresentadas ao INSS sobre o tema e possíveis razões apontadas para os descontos indevidos, o então presidente do órgão informou que ainda estavam em andamento os "processos de verificação extraordinária" nos termos de autorização apresentados pelas entidades que realizavam os descontos. E que só após a avaliação da defesa apresentada pelas entidades seria possível produzir um relatório conclusivo sobre o tema.
Esta semana, o governo federal anunciou que começará a fazer o ressarcimento para as vítimas da fraude a partir da terça-feira (13).
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