O horário de verão sempre dividiu opiniões entre os brasileiros. Apesar da aceitação de boa parte da população e de representantes do setor de turismo em diversas cidades, a medida foi extinta em 2019, pelo Governo Bolsonaro, que avaliou não ter mais sentido para ser aplicado.
Porém, o horário de verão pode estar com os dias contados para voltar a ser aplicado no Brasil. A discussão voltou à tona após o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) recomendar ao Governo Lula, na última quinta-feira (19), que a prática seja adotada novamente.
"Foi recomendado pelo ONS e aprovado pelo CMSE um indicativo de que é prudente, que é viável e que seria um instrumento apontado como importante a volta [do horário de verão]", disse o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, em entrevista.
Conforme o ministro, a sugestão será repassada ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que deve tomar a decisão final. Em caso de positivo, os relógios devem ser adiantados em 1 hora a partir do mês de novembro, após o segundo turno das eleições, que acontece no dia 27 de outubro.
A data tem como base uma recomendação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para que o processo de votação não seja prejudicado, tendo em vista que o Brasil já possui mais de um fuso-horário. Para o governo, o retorno do horário de verão funcionaria como uma forma de deslocar o pico de consumo para um horário com mais geração solar, reduzindo a necessidade de acionar as usinas termelétricas.
Apesar disso, o ministro prega cautela em adotar a medida já que a economia de R$ 400 milhões durante o horário de verão, segundo os técnicos, não é avaliada tão relevante. A decisão deve ser comunicada nos próximos dias.
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