Começa nesta terça-feira (6) e vai até a quarta (7) a eleição para escolha dos conselheiros do CFM (Conselho Federal de Medicina). Os últimos dias do processo têm sido marcados por assédio aos médicos votantes e até por restrição de entrevistas de candidatos.
Como já mostrado pelo Jornal Metropole, em grupos da categoria, médicos de todo o país vêm recebendo uma série de cards e outros tipos de propaganda com frases como “Garantidamente anti-Lula”, “anti-PT”, “chapas de direita”, “Não deixaremos Lula e Padilha comandarem o CFM” e até “Luciano Hang apoia essas chapas”. A estratégia expõe a partidarização dentro do conselho, que já soma uma série de decisões vistas pela categoria como conservadoras, negacionistas e alinhadas ao bolsonarismo.
Agora, às vésperas da eleição, o CFM passou a restringir entrevistas de candidatos e permitiu a cassação de chapas que desrespeitem "símbolos nacionais" e a própria instituição. A Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) chegou a criticar, em nota, o que chamou de "cerceamento da liberdade de expressão" de candidatos e apontou que não há como uma chapa de oposição fazer campanha sem fazer críticas ao CFM.
O cenário vem gerando contrariedade entre opositores da atual gestão, vista como alinhada ao campo político do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), cujos aliados vêm fazendo campanha para chapas da situação. A Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) criticou, em nota, o "cerceamento da liberdade de expressão" de candidatos.
A votação vai eleger 54 novos conselheiros, sendo um titular e um suplente para cada estado. Parlamentares bolsonaristas estão mobilizados e atuando para conseguir eleger nomes seus para o conselho.
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