Apesar de publicamente enaltecer as qualidades de seu ex-ajudante de ordens, a quem classificou como um “filho”, em conversas privadas o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) tem feito críticas contundentes ao tenente-coronel Mauro Cid, que está preso desde o início do mês.
De acordo com informações da coluna de Bela Megale, no jornal O Globo, irritado com a implicação de seu nome no caso da fraude dos cartões de vacina, o ex-mandatário tem dito a aliados que o antigo braço direito agiu sozinho e, portanto, defende que “ele que arque com as consequências”.
Ainda segundo a publicação, Bolsonaro tem se queixado também do que chama de “proatividade excessiva” do ex-ajudante de ordens, a quem atribui a culpa exclusiva pela falsificação.
Conforme a coluna, o discurso do ex-presidente na esfera privada é visto por membros do PL como uma característica dele, de “abandonar aliados pelo caminho”. O entorno do ex-presidente aponta que este comportamento foi semelhante ao ocorrido após a prisão de Anderson Torres, seu ex-ministro da Justiça.
Mauro Cid é um tema complicado para Bolsonaro, pois o ex-ajudante de ordens também é figura central de outros enroscos com a Justiça, a exemplo do caso das joias sauditas e dos depósitos para a ex-primeira dama Michelle Bolsonaro.
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