Após um posicionamento considerado pró-Russo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a ser convidado pelo governo da Ucrânia a visitar Kiev. A viagem teria como objetivo revelar ao presidente brasileiro “as verdadeiras causas da agressão russa e suas consequências para a segurança global”, escreveu o , o porta-voz do Ministério de Relações Exteriores ucraniano, Oleg Nikolenko.
Ao fim de sua viagem à China, Lula acusou os Estados Unidos de incentivarem a continuidade conflito. Depois, em pausa nos Emirados Árabes Unidos na volta para o Brasil, voltou a afirmar que Kiev tem tanta responsabilidade quanto Moscou pelos enfrentamentos.
O governo dos Estados Unidos acusou o Brasil de estar “papagueando a propaganda russa e chinesa sem observar os fatos em absoluto”, enquanto Lula afirma que deseja promover uma iniciativa de paz.
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