“Tudo vai ser revisto, tudo vai ser repassado, passo a passo, para fortalecer a segurança do presidente e da posse. Estamos diante de um fato novo muito grave, envolvendo um homem com fuzis e bombas, que afirma não ter agido sozinho”, declara Dino.
De acordo com a coluna, não estão descartadas mudanças nos horários dos eventos, no trajeto de Lula na Esplanada e na programação da cerimônia de posse, que acontece no dia 1 de janeiro.
Dino ainda estuda avalia se houve financiamento para que o autor do atentado, o empresário George Washington de Oliveira, adquirisse o arsenal apreendido. “Ele diz que é gerente de posto e investiu R$ 160 mil em armas. Quem pagou essa conta?”, declarou.
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