O Tribunal de Justiça do Estado da Bahia (TJ-BA) deu dez dias ao município de Feira de Santana para explicar o descumprimento de uma sentença que tornou ilegal o corte nos salários da rede municipal de ensino. O setor jurídico do Sindicato do Trabalhadores em Educação da Bahia, APLB em Feira de Santana, entrou com um do Mandado de Segurança Coletivo contra o corte de salarial durante a pandemia.
Um despacho da 2ª Vara da Fazenda Pública foi publicado declarando a possibilidade do Gestor Municipal de Feira de Santana ser processado criminalmente por desobediência e preso, caso continue descumprindo a decisão judicial transitada em julgado de suspensão dos cortes salariais. O Despacho foi publicado no dia 13 deste mês.
“Relembramos à categoria que a tese reiterada pelo Governo Municipal de que a Alteração de carga horária de 20h para 40h seriam horas-extras, bem como a Gratificação de 20% dos profissionais que atuam nos Distritos seria deslocamento já foi totalmente rechaçada na sentença e acórdão proferido nos presentes autos. A diretoria aguerrida da APLB Feira juntamente com seu Jurídico seguirão firmes e intransigentes na defesa dos direitos e interesses da categoria”, diz as a APLB em suas redes sociais.
Com informações da ASCOM / APLB
Veja o despacho da Justiça abaixo.



Educação Estudantes do Colégio Estadual do Campo de Antônio Cardoso vivem dia de vibração na Arena Fonte Nova
Paralisação Assembleia da Rede Municipal de Feira de Santana define paralisação e reforça mobilização da categoria
Educação Governador abre ano letivo de 2026 da rede estadual durante inauguração de colégio requalificado em Salvador
Educação Acesso à internet avança e alcança 70% das escolas públicas
Educação Jornada Pedagógica 2026 é aberta em Santo Amaro com foco na alfabetização e inclusão
Educação Número de estudantes baianos aprovados no Prouni cresce 28% 
Mín. 21° Máx. 33°
Mín. 22° Máx. 36°
ChuvaMín. 22° Máx. 32°
Chuvas esparsas



