Pela primeira vez na história da cidade, a Câmara de Feira de Santana diz que sofreu uma ameaça de represália por parte do procurador-geral do Município. Segundo a assessoria de comunicação da Casa, o titular do cargo, advogado Moura Pinho, disse em alto e bom som, nas dependências da Casa da Cidadania, que a Guarda Municipal pode ser retirada do serviço de segurança que há décadas está presente na sede do Poder Legislativo.
A ameaça teria sido feita, ainda conforme o setor, depois que o procurador criou uma confusão durante o depoimento de Elieneide Gonçalves, conhecida na política local como "Liu", à CPI da Saúde - Comissão Parlamentar de Inquérito que investiga denúncias de irregularidades em contratos da Prefeitura com cooperativas e organizações não-governamentais, terceirizadoras de mão de obra, para equipamentos da Secretaria Municipal de Saúde. Ela é a principal assessora do prefeito Colbert Martins Filho.
Moura Pinho tentou adentrar ao plenário, mas como não era advogado constituído pela depoente, ele não poderia ter acesso ao local. E "exasperado", ainda nas palavras da ASCOM da Câmara de Feira, teve que ser contido por prepostos da Guarda.
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