Geisa Stefanini, de 32 anos, morreu nesta segunda-feira (27), após ficar 25 dias internada no Hospital Vila Penteado, na zona norte da capital paulista. A informação foi confirmada pelo IML (Instituto Médico Legal) Central. Ela teve 90% do corpo queimado após cozinhar com etanol.
A vítima foi encaminhada ao hospital no último dia 2 de setembro. Ela foi queimada após uma explosão provocada pelo etanol na casa em que morava com o filho de sete meses, no bairro de Bussocaba, em Osasco, na Grande São Paulo.
O filho dela, Lucas Gabriel, foi levado para o Hospital das Clínicas com queimaduras em 50% do corpo. Não há informações sobre o estado de saúde dele.
A mulher, que passava por dificuldades financeiras, não tinha dinheiro para o gás e resolveu comprar etanol em um posto de gasolina e improvisou um fogareiro. Ela colocou o combustível em uma lata para esquentar a comida e o líquido entrou em combustão causando as queimaduras na mãe e na criança.
O pai do bebê estava separado de Geisa há quatro meses e disse não saber das dificuldades financeiras da família.
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