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Polícia Pedido negado

Justiça nega pedido de prisão preventiva de mulher investigada por agredir babá que pulou de prédio em Salvador

Inquérito policial foi concluído na quarta-feira (22) e encaminhado para o Ministério Público do Estado da Bahia (MP-BA).

23/09/2021 14h43
Por: Karoliny Dias Fonte: G1 Bahia
Foto: Reprodução / TV Bahia
Foto: Reprodução / TV Bahia

A Justiça negou o pedido de prisão preventiva de Melina Esteves França, investigada por agredir a babá que pulou de um prédio, no bairro do Imbuí, em Salvador.

Durante coletiva da Polícia Civil, nesta quinta-feira (23), o delegado Thiago Pinto, titular da 9ª Delegacia Territorial (DT/Boca do Rio), informou que o inquérito policial foi concluído na quarta-feira (22).

"As medidas cautelares foram tomadas no transcorrer do inquérito policial, em tempo hábil, a partir do momento em que foram juntadas as provas e anexado procedimento. Com relação às medidas, não posso especificar quais foram, porque já foram reiteradas no relatório final e encaminhadas ao Judiciário, o qual se eu informar pode dificultar a ação penal a ser realizada pelo Ministério Público", disse.

Ainda segundo o delegado, Melina foi indiciada pelos crimes de lesão corporal, ameaça, cárcere privado e redução de trabalho análogo à escravidão. As penas variam de dois meses a oito anos de prisão.

"É indiscutível, com relação as agressões que, apesar da autora ter negado inicialmente, posteriormente ela confessou o crime", comentou.

O delegado contou ainda que, ao longo do inquérito, as oitivas foram conflitantes e tiveram contradições, tanto por parte da suspeita, quanto da vítima.

Já em relação às outras vítimas, o delegado esclareceu que as apurações aconteceram em procedimentos apartados. "Algumas das vítimas que compareceram na unidade registraram o fato, já foram encaminhas ao judiciário. Os demais procedimentos estão em curso", explicou.

Por meio de nota, Ministério Público do Estado da Bahia (MP-BA) informou que o inquérito policial foi recebido na quarta. Ainda segundo o órgão, o promotor de Justiça Tarcísio Moreira Caldas Vianna Braga será responsável por analisar o material para adotar as providências cabíveis.

 

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