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Política Presidente da ALBA

Presidente da ALBA fala sobre eleições 2022 e situação do PP na base do Governo

Presidente concedeu entrevista coletiva a jornalistas em Serrinha

13/09/2021 10h13
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Por: Karoliny Dias Fonte: Boca de Forno News
Presidente da ALBA fala sobre eleições 2022 e situação do PP na base do Governo

O presidente da Assembleia Legislativa do Estado da Bahia Adolfo Menezes, em entrevista ao repórter Nivaldo Lancaster, falou sobre o pleito eleitoral de 2022. Adolfo ressaltou que o atual vice-governador João Leão tem condições políticas e técnicas e pode assumir qualquer cargo. “Mas existem apenas três vagas. Onde tem três não cabem quatro. Alguém terá que ceder”, afirmou.

O presidente afirmou que não acredita em um racha na base do Governo do Estado porque o projeto com êxito e de muitas realizações. “O povo da Bahia e do Brasil está vendo o que acontece quando você não tem um gestor competente. Nosso governador mesmo sendo contra o presidente Jair Bolsonaro e sem receber verbas federais faz uma administração espetacular. Temos problemas, mas o governador tem feito o que ninguém nunca fez”, explicou.

Insatisfação de Marcelo Nilo

Adolfo também comentou a situação do deputado estadual Marcelo Nilo que parece não estar satisfeito com a sua situação na base. “É natural que cada um estique de um lado ou de outro, mas na hora certa tudo se acalma. Também quero ser Papa, mas não vou ser. Tem que se saber qual a sua hora e o seu lugar. Existem lideranças políticas que são mais forte do que eu e estão na minha frente”, salientou.

Otto Filho como vice

Segundo informações, o filho do senador Otto Alencar, Otto Filho, pode ser um candidato a vice na chapa do candidato do PT. Questionado sobre se a informação era verdadeira, Adolfo Menezes disse que a política pode mudar muito até a última hora. “Mas eu acho essa hipótese muito difícil. E digo isso não diminuindo a capacidade de Otto Filho

Pesquisas

Falando sobre as últimas pesquisas lançadas, Adolfo explicou que as pesquisas são resultados do momento. “Com a situação atual do Brasil, os cidadãos estão ‘pouco se lixando’ para os políticos. Eles querem é jogar fora e com razão. Esse país era para ser outro e os políticos são realmente os culpados porque não fazem as leis para ajudar o povo. A violência está aí para provar. Às vezes o bandido mata e a justiça solta ou cinco anos depois está livre”, criticou.

Ele citou ainda como exemplo o que ele chamou de “ameaça de golpe” feira pelo presidente nos atos de 7 de setembro. “Ele esteve na Bahia e passou sete minutos falando do Supremo Tribunal Federal e não falou sobre nenhum plano para o país. E muita gente vai na onda de ‘abaixo ao STF’. Não são os ministros do STF responsável pelas leis do país e sim o Congresso Nacional. Está tudo de cabeça para baixo no Brasil”, finalizou.

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