Diante das dúvidas e questionamentos de contribuintes sobre a atualização dos impostos municipais em Feira de Santana, em vigor desde o dia 1º de janeiro, o programa Boca de Forno News ouviu o secretário da Fazenda, Expedito Eloy, para esclarecer o que mudou na cobrança dos tributos em 2026. Segundo o gestor, a medida não representa aumento real de impostos, mas um ajuste obrigatório da base tributária, calculado com base na inflação acumulada do período.
De acordo com o secretário, o município adotou como referência o IPCA acumulado entre dezembro de 2024 e novembro de 2025, que atingiu 4,41%. O percentual foi aplicado de forma linear aos tributos municipais.“Eu prefiro não utilizar a palavra aumento. O município ajusta a sua base tributária tendo como parâmetro a inflação. Isso acontece todos os anos e é uma obrigação imposta pelos órgãos de controle, como o Tribunal de Contas dos Municípios e o Conselho Nacional de Justiça”, explicou Expedito Eloy.
O secretário ressaltou que a não atualização dos tributos pode comprometer o equilíbrio fiscal do município, já que as despesas públicas crescem em ritmo superior à inflação. “Quando o município deixa de fazer esse ajuste, acaba contribuindo para o desequilíbrio das contas. As despesas aumentam mais do que a inflação e é preciso responsabilidade na gestão pública”, afirmou.
Durante a entrevista, Expedito Eloy destacou que a Secretaria da Fazenda mantém canais abertos para atendimento ao contribuinte, inclusive para revisão de valores e parcelamento de débitos.“Muitas pessoas ficam receosas ou até constrangidas de procurar o CEAF, mas é importante deixar claro que pedir esclarecimentos é um direito constitucional. O contribuinte pode e deve procurar a secretaria quando tiver dúvidas ou discordar de algum valor”, pontuou.
Segundo ele, a legislação tributária prevê mecanismos que permitem a correção de cobranças, inclusive com redução do imposto em situações específicas.“Não existe arbitrariedade. O município segue estritamente a lei. Em algumas situações, o imposto pode ser ajustado para menos, desde que haja amparo legal”, disse.
O secretário também destacou a orientação do prefeito José Ronaldo, que defende a cobrança justa e dentro da legalidade.“O prefeito quer que se cobre o que é justo. Não se pode ultrapassar os limites da lei nem cobrar valores exagerados. O município é submisso à legislação”, reforçou.
Expectativa de arrecadação para 2026
Sobre a previsão de arrecadação para este ano, Expedito Eloy explicou que a estimativa segue o padrão legal: o valor efetivamente arrecadado em 2025 acrescido do índice inflacionário aplicado.
“A base de cálculo para 2026 é o que foi cobrado em 2025, acrescido do percentual de 4,41%. A previsão concreta deve ser consolidada até o final de janeiro”, concluiu.
Despedida Profissionais da comunicação se despedem de Itajaí Pedra Branca em Feira de Santana
Itajay Pedra Branca Câmara de Feira também se solidariza com falecimento do radialista Itajay Pedra Branca
matrículas em 2026 Centro de Convivência Zazinha Cerqueira abre 200 vagas para matrículas em 2026
Luto Morre decano do rádio feirense Itajay Pedra Branca nesta quarta-feira (07)
CadÚnico Sistema do CadÚnico ficará indisponível nesta sexta-feira
Passagem Conselho Municipal de Transportes vai discutir possível reajuste da passagem em Feira de Santana 
Mín. 21° Máx. 32°
Mín. 20° Máx. 34°
Chuvas esparsasMín. 21° Máx. 28°
Chuva



