Feira de Santana é uma cidade de grande importância econômica e política no estado da Bahia, porém, assim como em muitas outras localidades do país, o analfabetismo político tem impactos significativos no cenário eleitoral. Faz-se necessário contextualizar a realidade específica do eleitorado feirense, compreendendo suas características demográficas e socioeconômicas para melhor identificar os desafios e oportunidades para a promoção da educação política e cidadania ativa.
O analfabetismo político pode ser definido como a falta de conhecimento e compreensão sobre questões políticas, instituições governamentais, processos eleitorais e o funcionamento da democracia. Pessoas politicamente analfabetas tendem a não participar ativamente da vida política, a não compreender a importância do voto e a não buscar informações sobre candidatos e propostas.
“Esse fenômeno é bastante prejudicial para a sociedade, pois contribui para a perpetuação de práticas políticas corruptas e ineficientes, além de dificultar o avanço da democracia”.
Eleitores com analfabetismo político muitas vezes não compreendem o impacto de suas escolhas políticas, não acompanham os debates e discussões sobre temas relevantes e não buscam se informar sobre os candidatos e suas propostas. Como resultado, acabam sendo facilmente manipulados por discursos demagógicos e por práticas políticas corruptas. A superação do analfabetismo político é fundamental para a construção de uma sociedade mais justa e participativa, onde os cidadãos exerçam plenamente sua cidadania e contribuam de forma consciente para o processo democrático.
O analfabetismo político do eleitor de Feira de Santana pode ser atribuído a várias causas, tais como a falta de acesso à educação política, a desinformação sobre os candidatos, as promessas enganosas de campanha, o desinteresse pelas questões políticas e a alienação causada pela descrença no sistema.
Dentre as causas do analfabetismo político do eleitor da Cidade Princesa, podemos destacar a presença de lideranças populistas, que disseminam discursos simplistas, e a desigualdade socioeconômica, que limita o interesse e o engajamento político das camadas mais vulneráveis.
Em conclusão, o analfabetismo político entre os eleitores é um problema significativo, com causas profundas e consequências sérias. Apesar dos desafios, a educação política e a promoção da cidadania ativa emergem como possíveis soluções para combater o analfabetismo político na região. A conscientização e a participação cívica são essenciais para superar essa problemática e promover uma sociedade mais engajada e informada.
Por Alberto Peixoto
Crônica da semana Aquecimento Global
Carnaval 2026 Charanga e bonecos gigantes abrem o Carnaval de Antônio Cardoso com festa nas ruas
Livro de crônicas Escritor Franciel Cruz lança livro de crônicas em Feira de Santana
Crônica da semana Possível relação entre Jesus, Maria Madalena e uma filha
Cultura negra Festival brasileiro de cultura negra estreia em Paris com Gilberto Gil
Cultura Blues no Mirante do Sobrado Aurora abre temporada 2026 e aquece expectativas para o Festival Agosto Blues em Cachoeira 
Mín. 22° Máx. 34°
Mín. 22° Máx. 35°
Parcialmente nubladoMín. 22° Máx. 33°
Tempo nublado



