Segundo conta a lenda da fênix, o pássaro, após sua morte ela entrou em processo de combustão para em seguida renascer de suas próprias cinzas. Restando apenas um sopro de vida, a fênix bate suas assas, sacode suas plumas e através desta dinâmica gera um fogo que transmuta seu estado para cinzas. Passado um tempo, renasce das próprias cinzas, novinha em folha.
Como uma Fênix, Lula, um jovem de 77 anos, superou todas as intempéries lhe impostas pelos golpistas comandados pelo ex-juiz Sérgio Moro, Bolsonaro e seus lacaios, ressurgindo das cinzas e se tornando presidente do Brasil pela terceira vez.
O primeiro governo Lula teve início em 1º de abril de 2003, sendo reeleito e finalizando seu segundo mandato em 1º de janeiro de 2011 com aprovação de quase 90%, entregando a faixa presidencial para Dilma Rousseff, eleita presidente do Brasil para o período de 2011 a 2014 e reeleita para o período de 2015 a 2018, sendo destituída do cargo pelo golpe de 2016 liderado por Aécio Neves, Eduardo Cunha e Michel Temer.
Os dois períodos – 2003/2011 – do governo Lula foi marcado pelo crescimento econômico e social do Brasil. Foi denominado pela imprensa internacional como “O Piloto do Milagre Econômico do Brasil”. Neste período o prestígio do Brasil sempre esteve em alta, vindo a ser a 6ª economia do mundo.
No último dia 30 de outubro o Fenômeno Lula foi eleito pela terceira vez para governar o Brasil. Sabe-se que vai ser uma tarefa muito difícil porque ele estará recebendo das mãos de Jair Bolsonaro um pais totalmente destroçado, inflação, juros e desemprego com taxas que chegam a casa dos dois dígitos. Educação, cultura, arte e saúde, sucateados, lembrando também dos desmatamentos na Amazônia e no Pantanal.
E qual deve ser o papel do governo federal para transformar este cenário? Conforme foi o desempenho do presidente Lula na COP27, ele já deve ter projetos para os diversos segmentos, tanto políticos como financeiros e social. Apesar da posse ainda ser no dia 1º de janeiro de 2023, Lula, de fato, já está administrando o Brasil. Dia 1º de janeiro só vai ser a homologação e o recebimento da faixa presidencial.
Alberto Peixoto
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