Após dois anos suspensos, por conta da Covid-19, os desfiles cívico-militares voltam à Esplanada dos Ministérios, em Brasília. O presidente Jair Bolsonaro (PL) esteve presente na solenidade.
Antes de seguir para a Esplanada dos Ministérios, o presidente da República tomou café da manhã com todos os seus ministros no Palácio da Alvorada.
Além do presidente, chefes de Estado de três países de língua portuguesa, o vice-presidente Hamilton Mourão, ministros do governo federal e outras autoridades também compareceram.
Quem não esteve presente na comemoração do Bicentenário da Independência do Brasil foram os presidentes do Senado Federal, Rodrigo Pacheco (PSD-MG); da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PL-AL); e do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux. Todos foram convidados para a cerimônia, mas não compareceram.
Em relação aos militares, participaram cerca de 3,1 mil militares, sendo, aproximadamente, 600 da Marinha, 2 mil do Exército e 500 da Aeronáutica – além de veteranos da Força Expedicionária Brasileira (FEB), integrantes do Programa Força no Esporte (Profesp), e ex-integrantes das Forças de Paz. A Esquadrilha da Fumaça, da Força Aérea Brasileira, também participou.
Convocação de eleitores
Em entrevista rápida à TV Brasil, ainda no Palácio do Planalto, o presidente usou do seu tempo para convocar seus eleitores a participarem dos atos nas ruas. Segundo ele, as manifestações simbolizam uma nova “luta” pela liberdade do povo brasileiro.
“O que está em jogo é a nossa liberdade, é o nosso futuro”, disse o presidente, sobre o bicentenário da independência. “Mais que o bicentenário, é a democracia, a liberdade de um povo”, declarou Bolsonaro.
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