As Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e policlínicas municipais são destinadas à assistência de casos mais complexos, moderados e graves. A orientação é da Secretaria Municipal de Saúde de Feira de Santana, diante da alta procura de pessoas com quadro leve na rede de urgência e emergência.
A procura provoca superlotação das unidades e demora no atendimento. É que as UPAs e Policlínicas atendem conforme classificação de risco e não por ordem de chegada. Nas unidades básicas são realizados serviços de curativo, nebulização, consultas, entre outros.
Nesta quinta-feira, 4, situação semelhante ocorreu na UPA Mangabeira. Uma paciente com dores nas pernas reclamou da demora no atendimento. No entanto, diante dos sintomas, o caso foi classificado como leve. Sendo assim, outros pacientes mais graves tiveram o atendimento priorizado.
“Casos de menor complexidade impactam diretamente no tempo de espera. Orientamos a população sobre a necessidade de priorizar pacientes mais graves”, explica a coordenadora das UPAs e Policlínicas, Vera Lúcia Galindo.
Saúde OMS alerta que 40% dos casos de câncer no mundo podem ser prevenidos
Palavra de médico O “Palavra de Médico” deste domingo (1º) abordou as diferenças entre check-up e rastreamento de doenças silenciosas
Saúde Ministério da Saúde descarta risco do vírus Nipah no Brasil
Saúde HGCA alerta para impacto da violência no trânsito, com internações que podem custar até R$ 5 mil por dia
Diabetes Diabetes cresce 135% no Brasil em 18 anos
Saúde Pandemia? Infectologista explica riscos de novo surto viral no Brasil 
Mín. 23° Máx. 34°
Mín. 21° Máx. 36°
Tempo limpoMín. 22° Máx. 37°
Chuvas esparsas



