Um levantamento realizado pela organização Espro (Ensino Social Profissionalizante), junto da marca de absorventes Inciclo, revela mais dados sobre a pobreza menstrual. Ao menos 20% de jovens de 14 a 24 anos que menstruam já deixaram de ir à escola por não terem absorvente, conforme divulgado.
A situação é complicada para as mulheres que não têm acesso aos absorventes íntimos . De acordo com a Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância), mais de 700 mil meninas vivem sem acesso a banheiros ou chuveiros em suas casas. E no mesmo documento que levanta essas informações, a entidade afirma que mais de 4 milhões não têm acesso a itens básicos de cuidados menstruais.
A pesquisa da Espro com a Inciclo também constata que 42% das pessoas já ficaram mais do que o tempo indicado com o absorvente para economizar dinheiro. O índice sobe para 45% entre as pessoas pretas com até 2 salários mínimos. Pelo menos 32% declararam que já aconteceu de não terem dinheiro para comprar absorvente.
Em 2021, o presidente Bolsonaro vetou um projeto de lei que iria distribuir absorventes em escolas públicas de maneira gratuita, bem como para moradores de rua, presidiárias e outras pessoas em situação de vulnerabilidade. Como a decisão não caiu nada bem, o governo chegou a afirmar que recuaria na decisão, mas, até hoje, não houve retomada do assunto por parte do governo federal.
Eleições 2026 Eleições redesenham mapa político dos estados e distribuem governos entre oito partidos
Bets Fux mantém proibição de bets e convoca audiência com governo, setor de apostas e times de futebol
Urgente Flávio Bolsonaro teria deixado o Brasil e viajaria aos EUA em avião particular
Eleito Em primeiro discurso após reeleição, Lula agradece e jovens e idosos e diz que governará para 215 milhões
Segundo turno Eleições 2026 registram queda histórica na abstenção
Eleições 2026 Flávio Bolsonaro é desmentido pelo TSE sobre fiscais em sala-cofre 
Mín. 21° Máx. 25°
Mín. 21° Máx. 32°
Chuvas esparsasMín. 19° Máx. 35°
Tempo limpo


