Mais de duas horas. Foi esse o tempo que o secretário de Saúde de Feira de Santana, Marcelo Britto, passou prestando depoimento na sede da Polícia Federal na manhã desta quarta-feira (24). Marcelo foi falar sobre uma acusação feita pelo presidente da Câmara de Vereadores, Fernando Torres, de que a empresa que é de posse do secretário teria prestado serviços ao município no valor de R$ 400 mil por dois meses. Marcelo compareceu ao órgão na companhia do seu advogado, Guga Leal.
Ao sair da PF, o secretário garantiu que respondeu todos os questionamentos que lhe foi feito. Ele agradeceu ao delegado que lhe atendeu pela condução do depoimento onde os questionamentos foram específicos sobre a denúncia. Marcelo ressaltou que não recebeu R$ 400 mil, mas “R$ 200 e poucos mil” pela consultoria e atendimento. “Presto esse tipo de serviço há 20 anos em grandes hospitais do Brasil. “É um serviço muito interessante. E os valores são até superiores”, disse.
Sobre ter sido intimado, Marcelo disse que não vê nada demais na ação da PF. Para ele, é uma obrigação de um secretário e de qualquer cidadão no momento que é chamado a depor ou através do órgão de fiscalização você comparecer e fazer o depoimento necessário.
Apesar de ser um médico renomado, Marcelo aceitou ser secretário de Saúde de Feira de Santana e leva isso como uma missão. Ele já sabia que poderia ser envolvido em questões políticas, apesar de não ser político. “Não sou político, não sou candidato a nada. Sou candidato a fazer uma boa gestão na Secretaria de Saúde. E é esse papel que estamos fazendo. Eu sabia que poderia enfrentar muitos percalços, mas tudo na vida é uma missão. Percebi que podia ajudar em alguma coisa sendo secretário de Saúde, mesmo com todas as dificuldades e a área política tentando interferir”, explicou.
O secretário não acredita que está sendo perseguido. Principalmente por causa das mudanças que tem feito no órgão que desagradam algumas pessoas. Quem poderia estar levando algum tipo de vantagem, deixa de levar. E, lamentavelmente, em nossa as pessoas tentam levar vantagem em tudo. E isso não seria o ideal. O ideal é que todo mundo fizesse o seu papel”, falou.
CPI da Saúde
Sobre a CPI da Saúde, instalada na Câmara de Vereadores de Feira de Santana, o secretário disse que está à disposição se for convocado. “No dia que me chamarem, irei. Já fui chamado duas vezes e respondi. Em uma delas foi cancelada. Estou à disposição dos vereadores e da imprensa. Se me fizerem perguntas, irão receber as respostas verdadeiras, honestas e claras, do jeito que eu faço quando dou entrevistas”, concluiu.
Com informações do site Política In Rosa
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