Sem condições financeiras para arcar com os valores das taxas cobradas no Centro Comercial Popular, os comerciantes realocados para o empreendimento pedem que lhes sejam cobrados, ao invés do aluguel, uma taxa de ocupação de solo público, que varia entre R$1,50 a R$40,00. A alternativa foi apresentada pela representante da comissão de vendedores ambulantes, Soany Cerqueira Lopes, que utilizou a Tribuna Livre na sessão desta quarta-feira (10).
Além de pleitearem pela cobrança da ocupação do solo ao invés do aluguel, os camelôs também desejam sair da condição de inquilinos da concessionária que administra o Shopping Popular para se tornarem permissionários do município. Desta forma, os valores das taxas seriam pagos diretamente ao Executivo feirense, que, segundo a comerciante, recebe o repasse de apenas 1% do ônus variável. “Se a Prefeitura nos assumir, terá mais lucro do que tem hoje. A gente vai pagar para que organizem e façam os investimentos, já que aquele projeto não foi acabado”.
Paralisação Sindicato dos Bancários protesta contra Santander e denuncia precarização do atendimento em Feira de Santana
Feira de Santana Confira as vagas de emprego disponíveis para esta quarta-feira (5)
Leilão da concessão Consórcio ZAD vence leilão da Zona Azul na B3 e vai modernizar estacionamento rotativo de Feira de Santana
Feira de Santana Secretaria da Mulher leva orientação jurídica, atendimento psicológico e assistência social ao distrito de Jaíba
Feira de Santana Confira as vagas de emprego disponíveis para esta terça-feira (4)
Feira de Santana Programa Remédio em Casa chega aos distritos de Jaíba e Jaguara 
Mín. 16° Máx. 30°
Mín. 17° Máx. 31°
Tempo limpoMín. 18° Máx. 32°
Tempo limpo


