Mesmo com a pandemia de covid-19 e desafios impostos por escassez e aumento nos custos do aço, a expectativa da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) para o crescimento do setor em 2021 subiu de 2,5% para 4%.
A projeção é do estudo Desempenho Econômico da Indústria da Construção do 2º Trimestre de 2021, realizado pela CBIC.
O setor da construção começou 2021 com expectativa de crescer 4% no ano. Com os desafios decorrentes da pandemia e a continuidade dos aumentos nos custos dos materiais, a previsão foi reduzida para 2,5%, em março. E agora voltou para 4%, o maior crescimento desde 2013.
O presidente da CBIC, José Carlos Martins, disse que a estratégia do setor para enfrentar a falta ou o custo de matéria-prima para os empresários da construção será “um choque de oferta por meio da importação de produtos”.
Ele acrescentou que a demanda consistente por imóvel, as baixas taxas de juros e o incremento do crédito imobiliário vão continuar ao final de 2021 e em 2022. Para Martins, com os juros baixos, a prestação pode até ser inferior a um aluguel.
"Um ponto em relação à pandemia é que as pessoas ficaram atualmente mais em casa e perceberam a importância da residência e de ficar junto dos familiares. Isso gerou uma demanda enorme por novas moradias, inclusive moradias adequadas para o novo momento que estamos vivendo", disse Martins.
Economia Shopping Popular aposta em São João e Copa do Mundo para impulsionar vendas em Feira de Santana
Economia Manejo responsável impulsiona desenvolvimento econômico no agronegócio baiano
Economia SEDESO celebra resultado positivo de vendas no Arraiá do Comércio e fortalece empreendedorismo solidário
Economia Nordeste amplia exportações de carne bovina e supera média nacional no primeiro trimestre
Amor Dia dos Namorados aquece vendas em floriculturas de Feira de Santana e reforça tradição do romantismo
Economia Endividamento quebra novo recorde no país e atinge 81,6 % da população 
Mín. 18° Máx. 25°
Mín. 18° Máx. 27°
Chuvas esparsasMín. 16° Máx. 28°
Tempo limpo


