O Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (Ipac) abriu um processo para reconhecer as Matrizes Tradicionais do Forró como Patrimônio Cultural Imaterial do estado. A abertura do procedimento foi publicada no Diário Oficial do Estado.
O processo foi aberto em 20 de junho de 2026 e, de acordo com o Ipac, ainda serão realizados estudos técnicos e elaborado um dossiê sobre a manifestação cultural.
Após essa etapa, o processo poderá resultar no registro definitivo das Matrizes Tradicionais do Forró como patrimônio imaterial da Bahia, com a inscrição no livro de registro correspondente.
A notificação pública foi assinada pelo diretor-geral do Ipac, Marcelo Ferreira Lemos Filho, e publicada em 6 de agosto.
O procedimento é baseado na legislação estadual que estabelece normas de proteção e estímulo à preservação do patrimônio cultural da Bahia.
O registro como patrimônio imaterial busca reconhecer e preservar manifestações culturais que fazem parte da identidade e da memória da população. No caso do forró, o processo considera suas matrizes tradicionais e os saberes e práticas associados a essa expressão cultural.
Cultura Apresentação reúne Camila Pereira, Daniel da Quixabeira e o grupo Fuá Dengoso; entrada será mediante a doação de 1 kg de alimento.
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