A Procuradoria-Geral da República solicitou que o inquérito sobre a compra frustrada de respiradores pelo Consórcio Nordeste retorne ao Supremo Tribunal Federal. De acordo com o jornal O Estado de São Paulo, o entendimento do órgão é de que há sinais de ocultação patrimonial e possível lavagem de dinheiro relacionados ao episódio envolvendo o ex-governador baiano Rui Costa.
O acordo, firmado durante a pandemia, previa a aquisição de equipamentos hospitalares por R$ 48 milhões. A verba foi transferida antecipadamente, porém os aparelhos nunca chegaram. Conforme a PGR, menos de 3,5% da quantia investigada foi recuperada pelas autoridades.
No parecer encaminhado ao STJ, o Ministério Público afirma que a Polícia Federal ainda realiza diligências para rastrear o paradeiro dos valores. A suspeita é de que os montantes tenham sido transformados em bens mantidos fora do alcance da Justiça.
A manifestação também menciona depoimentos de empresários da empresa contratada, que citaram pagamentos a um intermediador apontado como pessoa próxima de Rui Costa. Para os investigadores, o ex-ministro integra o núcleo político analisado na apuração.
O processo está sob responsabilidade do ministro Og Fernandes, que decidirá sobre um novo encaminhamento ao STF. Desde 2020, o caso passou por diferentes esferas judiciais após mudanças nas regras do foro privilegiado.
Tradição Caruru de Cosme e Damião mantém viva tradição cultural e religiosa na Bahia
Cachoeira Campanha Setembro Amarelo encerra 9ª edição com ampla mobilização no Recôncavo da Bahia
Caso Master Delação rejeitada de Vorcaro cita pagamentos a grupo de Wagner
Segurança Pública Bahia terá 34 mil profissionais de segurança mobilizados nas eleições, diz SSP
Chuvas na Bahia Mais de 30 cidades da Bahia entram em alerta para tempestades nesta quinta-feira
Recôncavo Baiano Incra corrige edital e amplia área de quilombo no Recôncavo 
Mín. 19° Máx. 33°
Mín. 19° Máx. 34°
Parcialmente nubladoMín. 18° Máx. 32°
Tempo nublado


