O delegado-geral adjunto de Operações da Polícia Civil da Bahia, Jorge Figueiredo, afirmou que o enfrentamento ao crime organizado no estado deixou de ter como foco principal apenas prisões e apreensões. "Hoje, mais importante do que prender e apreender a droga é asfixiar financeiramente e desarticular o grupo criminoso”, explicou.
Em entrevista ao Jornal da Cidade, da Rádio Metropole, nesta quinta-feira (23), Figueiredo afirmou que metade das lideranças ligadas a facções criminosas com atuação na Bahia já está presa, mas muitas continuam influenciando ações do lado de fora do sistema prisional. “Se ele não tem dinheiro para pagar salário, ele não tem poder. Desde os primórdios da humanidade, o lado financeiro é o que conduz”, disse.
O delegado também destacou o reforço das operações durante o verão, período de maior circulação de turistas e aumento de ocorrências. “No ano passado, tivemos mais de 418 operações; este ano teremos muito mais”, garantiu. Ele ressaltou ainda a integração entre forças de segurança e o investimento em tecnologia. “O crime hoje não tem barreiras territoriais. Trabalhar sem tecnologia é retroceder. O reconhecimento facial é uma realidade e tem permitido um avanço muito grande”, concluiu.
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