O governo federal continua discutindo medidas para reduzir o preço dos alimentos, uma das prioridades do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em reunião realizada nesta quinta-feira (23), liderada pela Casa Civil, integrantes do governo avaliaram as causas do aumento nos preços e apresentaram algumas possibilidades para enfrentá-las. No entanto, as propostas ainda não estão finalizadas, e uma nova reunião com o presidente está agendada para esta sexta-feira(24).
O governo descartou a ideia de intervenções diretas, como o controle de preços ou subsídios, e não há estudos sobre as medidas sugeridas pelo setor de supermercados. Uma das alternativas discutidas para combater a alta nos preços inclui o aumento de crédito agrícola e assistência técnica. Há ainda divergências internas no governo sobre os principais fatores que afetam o preço dos alimentos, com ministérios da agricultura apontando a influência do dólar e outros setores considerando os impactos climáticos e a demanda externa.
O governo já adotou algumas medidas, como o fortalecimento da agricultura familiar, com aumento de recursos no Plano Safra e incentivo à produção de alimentos como arroz e feijão. Apesar disso, o ministro da Casa Civil, Rui Costa, afirmou que as medidas ainda estão em fase de discussão. "Para não ter ruído de comunicação e para ninguém ficar derivando para outras imaginações, vamos substituir a palavra intervenções por medidas. O que o presidente Lula está orientando, coordenando, é que nós possamos reunir com a sociedade, com os ministros, e colher as sugestões daquelas iniciativas que podem contribuir para maior oferta de alimentos", disse o ministro.
Passagens Passagens internacionais para a Bahia crescem mais de 40% no Carnaval e superam média nacional
Redes sociais Redes sociais concentram 78% das fraudes digitais no Brasil em 2025, aponta Serasa
Relações de trabalho PGR defende legalidade da pejotização e competência da Justiça comum para analisar contratos
Entregas Lula e Jerônimo Rodrigues entregam investimentos na Bahia
Brasil Não há mais razão para manter escala 6x1 e jornada de 44h, diz senador
Tensão Código de Ética do STF gera tensão entre Fachin e Moraes 
Mín. 21° Máx. 34°
Mín. 22° Máx. 33°
ChuvaMín. 22° Máx. 33°
Chuvas esparsas



