O jovem Briner de César Bitencourt, de 23 anos, teve a morte declarada no dia em que recebeu o alvará de soltura para deixar a Unidade Penal de Palmas, onde estava detido há um ano por um crime que não cometeu.
Preso em 12 de outubro do ano passado, quando policiais encontraram uma estufa com maconha nos aposentos de outra pessoa que vivia na sua casa, que funcionava como uma espécie de “república”, Briner declarou que era inocente e que não sabia sobre o que acontecia em todo o domicílio.
Sua sentença absolutória foi dada na última sexta-feira, 7, após vitória do trabalho da sua advogada, Lívia Machado Vianna. Sua soltura aconteceria nesta segunda-feira, 10. No entanto, Briner, que se queixava de dores há duas semanas, não resistiu.
Briner chegou a ser encaminhado para unidades de pronto-socorro da capital do Tocantins durante o período em que sentiu dores. Em nenhuma das vezes em que foi atendido, porém, o jovem teve um diagnóstico. A causa da morte ainda não foi identificada.
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