Há muitos anos que a ciência sabe que existe uma associação entre o chamado sono interrompido e um risco aumentado de doença cardiovascular. Porém, o mecanismo que causa esse risco tem iludido os cientistas - até agora.
Num estudo publicado na PLOS Biology pesquisadores da Universidade da Califórnia afirmam que o sono interrompido causa uma resposta inflamatória que pode fazer a aterosclerose (o entupimento das artérias pela placa de colesterol) piorar e aumentar o risco de derrame.
Para chegar a esta conclusão, a equipe recrutou 1600 adultos para participarem em estudos do sono, para que pudessem monitorar as suas vias inflamatórias enquanto dormiam. Mais concretamente, os pesquisadores procuraram determinar como as perturbações do sono afetam os níveis de dois tipos de glóbulos brancos que contribuem para a resposta inflamatória do corpo: neutrófilos e monócitos. Além disso, analisaram os níveis de depósitos de cálcio causadores de placas nas artérias coronárias.
O estudo mostra uma relação entre os movimentos durante o sono e um aumento nas medidas de neutrófilos e cálcio. O aumento não foi visto nos níveis de monócitos. Assim, os pesquisadores concluem que a má qualidade do sono leva a um aumento de neutrófilos, que por sua vez leva a um aumento dos depósitos de cálcio e à piora da aterosclerose.
Com informações da Noticias ao Minuto
Saúde HGCA alerta para impacto da violência no trânsito, com internações que podem custar até R$ 5 mil por dia
Diabetes Diabetes cresce 135% no Brasil em 18 anos
Saúde Pandemia? Infectologista explica riscos de novo surto viral no Brasil
Palavra de médico O “Palavra de Médico” deste domingo (25) falou sobre morte súbita x ataque cardíaco
Aedes aegypti Casos de dengue têm redução de 94,5% em Feira de Santana entre 2024 e 2025
Palavra de médico O “Palavra de Médico” deste domingo (18) falou sobre os rótulos dos alimentos e os perigos dos supermercados 
Mín. 23° Máx. 36°
Mín. 22° Máx. 36°
Tempo nubladoMín. 22° Máx. 35°
Tempo nublado



