
Embora não tenha atendido aos pedidos para se afastar voluntariamente, Rogério Caboclo foi afastado da presidência da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) por 30 dias. A decisão foi tomada pelo conselho de ética da entidade e divulgada no fim da tarde deste domingo (6) pela imprensa.
Nesse período, ele deverá se defender da acusação de assédio moral e sexual de que é alvo, feita por uma cerimonialista da entidade. Ao longo do afastamento, o coronel Antônio Carlos Nunes de Lima ficará no comando da CBF por ser o vice mais velho, com 82 anos.
A Folha de S. Paulo conta que a decisão chega após uma semana de pedidos para fazer Caboclo se afastar, sem sucesso. Os dirigentes argumentavam que se ele se afastasse, os problemas seriam "abafados". Mas isso não convenceu o presidente.
Além da denúncia de assédio, ele tem gerado descontentamento nos jogadores da seleção, que não gostaram da forma como ele conduziu a negociação para que a Copa América seja realizada em solo nacional. O governo federal aceitou sediar o evento, mas o cenário é de incertezas, com até mesmo os jogadores contrários ao campeonato no país.
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