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Feira de Santana Vacinação

Vacinação contra raiva em animais ocorre de segunda a sexta no CCZ

O serviço é gratuito no órgão municipal

06/04/2021 17h16
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Por: Gabriel Dallas Fonte: PMFS
Vacinação contra raiva em animais ocorre de segunda a sexta no CCZ

Proteger cães e gatos contra a raiva pode evitar a morte de animais e humanos. Por isso, se o animal ainda não foi imunizado, é possível vaciná-lo no Centro de Controle de Zoonoses (CCZ). O equipamento vinculado à Prefeitura de Feira está localizado na avenida Eduardo Fróes da Mota, s/n, bairro Jussara, e funciona de segunda a sexta-feira das 8h às 15h.

A dose não possui contraindicação e podem ser vacinados cães e gatos a partir dos três meses de vida. É necessário apresentar cartão de vacinação do animal, caso possua, e levá-lo com coleira. Animais agressivos devem ser levados com mordaça. Este ano 4.393 pets foram vacinados.

A vacinação antirrábica deve ser feita anualmente, e quem tem mais de cinco animais pode receber o serviço em casa. Basta agendar a vacinação pelo (75) 3614-3613.

Feira de Santana não possui casos confirmados da doença e o último registro foi em 2017, em um cão domiciliado. A vacinação é a forma mais eficaz para impedir a circulação do vírus. Animais silvestres também podem propagar a doença, como morcegos e micos (saguis) – este último transmite também o vírus da febre amarela.

Para Mirza Cordeiro, médica veterinária e coordenadora do CCZ, a doença é grave e os cuidados precisam ser redobrados. “Os donos de animais devem evitar que eles fiquem soltos, em convívio com animais de rua. Existe o risco de contrair também doenças de pele e verminoses”, orienta.

Mordidas e agressividade

Casos de agressividade em animais são acompanhados pelo CCZ. O pet é recolhido pelo órgão e passa por exames laboratoriais, submetidos à análise do Laboratório Central de Saúde Pública da Bahia (Lacen). Se confirmado a raiva, estes animais são sacrificados.

Já os casos de mordida por animais em humanos são acompanhados pelo Centro de Saúde Especializada Dr. Leone Coelho Lêda.

“Não há outra alternativa, é necessário fazer a eutanásia. É a única forma de controlar a disseminação do vírus que é 100% letal”, explica Mirza.

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