O Ministério Público da Bahia investiga o ex-deputado federal Geddel Vieira Lima (MDB) por suspeita de recebimento de propina de R$ 1 milhão em meio a uma trama que levou à fuga do traficante Ednaldo Pereira de Souza, o “Dadá”, apontado como liderança do Primeiro Comando de Eunápolis, braço do Comando Vermelho no sul do Estado.
Diálogos recuperados pelos promotores a partir da extração dos celulares de dois alvos da Operação Duas Rosas revelam citações a Geddel, chamado de “chefe” pelos interlocutores – o também ex-deputado Uldurico Júnior e a ex-diretora do presídio de Eunápolis Joneuma Silva Neres. Ela fechou acordo de delação premiada e confessou sua participação na fuga de “Dadá” e outros 15 detentos em 12 dezembro de 2024.
O Estadão busca contato com Geddel e Uldurico Júnior. O espaço está aberto.
A Operação Duas Rosas foi deflagrada na quinta-feira, 16. O nome “Duas Rosas” faz referência ao valor estimado da vantagem indevida que teria sido paga a Uldurico Júnior, que foi preso em um hotel na Praia do Forte. Em conversas com Joneuma, ele sugere que metade da propina de R$ 2 milhões para executar o plano de fuga do líder da facção seria destinada a Geddel. O Ministério Público instaurou um Procedimento Investigatório Criminal (PIC) sobre a suposta ligação de Geddel com Uldurico Júnior e se ele foi mesmo beneficiário da partilha.
Tradição Caruru de Cosme e Damião mantém viva tradição cultural e religiosa na Bahia
Cachoeira Campanha Setembro Amarelo encerra 9ª edição com ampla mobilização no Recôncavo da Bahia
Caso Master Delação rejeitada de Vorcaro cita pagamentos a grupo de Wagner
Segurança Pública Bahia terá 34 mil profissionais de segurança mobilizados nas eleições, diz SSP
Chuvas na Bahia Mais de 30 cidades da Bahia entram em alerta para tempestades nesta quinta-feira
Recôncavo Baiano Incra corrige edital e amplia área de quilombo no Recôncavo 
Mín. 19° Máx. 33°
Mín. 19° Máx. 34°
Parcialmente nubladoMín. 18° Máx. 32°
Tempo nublado


