O vice-governador Geraldo Júnior (MDB-BA) comentou as supostas críticas ao ministro da Casa Civil e ex-governador da Bahia, Rui Costa (PT). Ele negou qualquer tipo de entrevero com o petista e disse ter o maior apreço. Em entrevista ao apresentador Mário Kertész na Rádio Metrópole nesta quinta-feira (5), ele afirmou que tudo não passou um "equívoco tecnológico".
A situação aconteceu após circular nas redes sociais um print de uma mensagem encaminhada por Geraldo Júnior sobre um texto que citava Rui Costa. A publicação trazia supostas informações de bastidores da política baiana e chamava o ex-governador baiano de "elefante em uma loja de cristais" por conta de descontentamentos da base governista. O caso gerou desconforto e chegou a motivar críticas ao vice-governador.
"A quem se sentiu incomodado, em especial ao ministro Rui Costa. Apesar de estar na era tecnológica, a gente nasceu na analógica. Foi um equívoco tecnológico", disse o vice-governador.
"A pessoa me encaminhou uma mensagem e eu tive uma missão, chegando de viagem quase 3h da manhã. Pego uma mensagem achando absurda e hipócrita, mando para o deputado Matheus Ferreira, meu filho e conciliador. E digo: 'Olha meu filho o que seu pai tem passado'. Se eu for dar vazão a essas coisas que estão falando, a gente sai brigando com todo mundo. Encaminhei para ele. Entendo isso como um erro tecnológico", comentou.
Geraldo Júnior comentou que não tem qualquer tipo de crítica ao trabalho de Rui Costa e negou que o grupo político esteja rachado. "É uma mistura de sacanagem com babaquice. Uma política rasteira. Todo grupo que participei, seja na minha vida pessoal e profissional, eu sempre somei e nunca desagreguei. E venho agregando, tenho dado minhas contribuições a esse grupo político e vou continuar dando as minhas contribuições. Tenho o maior respeito institucional ao ministro Rui Costa. Tenho o maior apreço pessoal ao ministro Rui Costa. Foi um excelente governador e está fazendo um papel de qualidade e excelência ao lado do presidente Lula. Nunca me faltou, sempre me tratou numa decência política e pessoal", declarou o vice.
"Uma relação boa, sadia e respeitosa, que faz a grandeza de um homem público. Apesar de ter sido governador da Bahia, está numa posição de ministro e respeitou minha condição de governador em exercício. Trocamos ideias, sugestões e demos muita risada contando as histórias da vida. Ele foi vereador como eu, nasceu na Liberdade e teve uma história próxima a minha, que nasceu no Largo Dois de Julho", disse Geraldo Júnior.
"Quando o MDB apresentou o meu nome em 2022, ele foi um dos grandes responsáveis pela chancela do meu nome quando nos levou à vitória em 2022. Hoje é uma posição cômoda para alguns partidos políticos, mas naquela oportunidade a diferença minha e do governador Jerônimo para o opositor, o ex-prefeito da cidade, era quase 70 pontos. Poucos acreditavam nisso", lembrou.
Ainda segundo Geraldo, ele tratou de se defender. "Quando vi o equívoco, fui lá no grupo e apaguei. Podem me chamar de tudo, mas não podem me chamar de burro", disse.
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