O pré-candidato ao Palácio do Planalto e senador Flávio Bolsonaro (PL) disse que, caso seja eleito presidente, não indicará o irmão, o ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL), para o Ministério das Relações Exteriores.
De acordo com a apuração da CNN Brasil, setores do empresariado estariam preocupados com a possibilidade levantada, já que a avaliação deles é que Eduardo seria o culpado pela imposição de tarifas aos produtos brasileiros por parte dos Estados Unidos, no segundo semestre de 2025.
Durante um almoço em Brasília, onde foi discutido o assunto, a condução da política externa do país pelo atual assessor internacional da Presidência, Celso Amorim, foi alvo de críticas. Interlocutores afirmam que Flávio não pretende nomear o irmão em um eventual mandato.
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