Feira de Santana Desapropriações
Prefeitura prevê desapropriação de 11 terrenos para ampliar avenidas em Feira de Santana
Dez áreas ficam na Avenida Artêmia Pires Freitas, nos bairros SIM e Santo Antônio dos Prazeres. Outro terreno está localizado no bairro Registro.
31/10/2026 08h06
Por: Karoliny Dias Fonte: g1 Bahia
Avenida Artêmia Pires — Foto: Fotos ilustrativas: ACM

A Prefeitura de Feira de Santana, segunda maior cidade da Bahia, publicou 11 decretos que preveem a desapropriação de terrenos para permitir a ampliação de duas avenidas do município. As medidas foram divulgadas no Diário Oficial desta sexta-feira (30).

A maior parte das áreas fica ao longo da Avenida Artêmia Pires Freitas, que passa pelos bairros SIM e Santo Antônio dos Prazeres. Ao todo, 10 terrenos foram incluídos nos decretos relacionados à ampliação da via.

O 11º terreno está localizado na Avenida Dr. Sílvio Antônio Matos, no bairro Registro, e também deverá ser desapropriado para permitir a ampliação da avenida.

Os documentos foram assinados pelo prefeito José Ronaldo de Carvalho na quinta-feira (29). As medidas preveem que os processos sejam realizados em regime de urgência.

Em contato com a produção da Tv Subaé, o secretário municipal de Planejamento, Carlos Brito, explicou que a publicação dos decretos é uma etapa necessária para dar andamento às desapropriações. A partir disso, a prefeitura convoca os proprietários dos imóveis para tentar chegar a um acordo sobre os valores dos terrenos.

Segundo o secretário, pelo menos 92% dos proprietários já foram identificados e comunicados pela administração municipal. Quando não há acordo sobre os valores propostos, o caso é encaminhado à Justiça para que a questão seja resolvida judicialmente.

Carlos Brito também explicou que a publicação no Diário Oficial permite que os proprietários que ainda não foram identificados tomem conhecimento do processo.

Confira a relação dos decretos

Avenida Artêmia Pires Freitas

Avenida Dr. Sílvio Antônio Matos

Os decretos também mencionam estruturas existentes em alguns dos terrenos, como muros, portões, cercas, marquises e edificações.

Os documentos publicados não informam os valores que serão pagos aos proprietários pelas áreas desapropriadas.