Brasil MCMV
Novas regras do Minha Casa, Minha Vida passam a valer nesta quarta (22)
Reformulação atualiza os limites de renda e o valor máximo dos imóveis.
22/04/2026 08h11
Por: Karoliny Dias Fonte: A Tarde
Foto: Shirley Stolze / Ag A TARDE - Foto: Prédios residenciais do Minha Casa, Minha Vida

A Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil passam a oferecer, a partir desta quarta-feira, 22, financiamentos imobiliários com as novas regras do Minha Casa, Minha Vida. As mudanças ampliam o alcance do programa, permitindo a compra de imóveis de até R$ 600 mil por famílias com renda mensal de até R$ 13 mil.

A reformulação atualiza os limites de renda e o valor máximo dos imóveis em todas as faixas, o que facilita o acesso a unidades maiores ou melhor localizadas, mantendo taxas de juros inferiores às do mercado tradicional. Segundo o governo federal, cerca de 87,5 mil famílias devem ser contempladas com as novas condições.

Confira as novas faixas de renda

Área urbana

Área rural

O que mudou para cada faixa de renda

As mudanças para famílias que se encaixam na faixa 1, levou em consideração o reajuste do novo salário mínimo para R$ 1.621. Uma forma de que esse público se situe próximo a dois salários mínimos.

Na prática, famílias cuja renda é de cerca de R$ 2.900, menos de dois salários mínimos no valor atual, estavam enquadradas na faixa 2 do programa e com isso, passam agora para a faixa 1 e terão acesso a juros mais baixos e sucessivamente.

As novas regras, que agora aplicam juros mais baixos às famílias que se encaixam em novas faixas de renda, têm o objetivo de facilitar a capacidade de financiamento aos brasileiros.

Por exemplo, uma família que tem renda mensal de R$ 4.900 migrará da faixa 3 para a faixa 2, e passará a pagar o financiamento a uma taxa de juros de 6,5% a.a. Isso amplia a capacidade de financiamento de imóveis que custam até R$ 202 mil

O teto do valor dos imóveis das faixas 3 e 4 também foram ampliado, de R$ 350 mil para R$ 400 mil e de R$ 500 mil para R$ 600 mil, respectivamente. O valor máximo dos imóveis nas faixas 1 e 2 já tinha sido aprovado em 2025 e entrou em vigor em janeiro.

Quais os requisitos