O Centro Juvenil de Ciência e Cultura de Feira de Santana (CJCC Feira) está com inscrições abertas para oficinas presenciais gratuitas voltadas a estudantes do 9º ano do Ensino Fundamental ao Ensino Médio e Técnico, além de professores da rede pública estadual. Com a proposta “Conhecimento com Justiça Social”, a unidade, vinculada à Secretaria da Educação do Estado da Bahia, busca ampliar o tempo de estudo e proporcionar experiências formativas que vão além da sala de aula tradicional, com foco na aprendizagem criativa e significativa.
Entre as oficinas ofertadas estão Redação para o ENEM, Iniciação Científica, Libras, Inglês, Espanhol, Informática Básica, Matemática e clubes de estudo. As atividades acontecem nos turnos matutino, vespertino e noturno.
Ainda há vagas disponíveis em diversas oficinas. Pela manhã, os interessados podem se inscrever em Clube de Libras, Espanhol Instrumental, Clube de Espanhol, Espanhol I, Libras I e Redação para o ENEM. No turno da tarde, há opções como CSI (Ciência Super Investigativa), Libras II, Espanhol I, Espanhol Instrumental, Informática Básica, Lógica, Repertórios para o ENEM, Introdução à Libras e Inglês I. Já à noite, estão disponíveis turmas de Inglês I, Espanhol I, Informática Básica, Repertórios para o ENEM, Espanhol Instrumental e Redação para o ENEM.
As inscrições podem ser feitas por meio do WhatsApp (75) 99880-1083 ou pelo Instagram oficial da unidade (@cjccfeira). Todas as atividades são gratuitas.
De acordo com a vice-diretora do colégio, Jacqueline Melo de Souza Moraes, o grande diferencial do CJCC está na forma como o ensino é conduzido. “Nossa escola trabalha com um formato de aprendizagem mais ‘mão na massa’ e inter e transdisciplinar. Não temos disciplinas; nosso currículo é construído a partir das necessidades de aprendizado dos estudantes”, destacou.
Ela explica que o processo de aprendizagem é baseado em práticas e na participação ativa dos alunos. “O estudante desenvolve atividades e exercícios práticos, além de ser questionado sobre o processo de aplicação das informações. A ideia é que ele veja sentido no que está estudando. Tentamos tornar o processo o mais divertido possível, para que ele deseje aprender”, afirmou.
Segundo Jacqueline, esse modelo contribui para uma formação mais significativa. “O resultado é a produção de conhecimento, e não apenas a transmissão de informações. Quando o estudante entende e gosta do que estuda, a aprendizagem fica mais fácil. Ele deixa de ser apenas conduzido e passa a ser autor do seu próprio processo”, concluiu.