Um suposto envolvimento em um esquema irregular de negócios imobiliários fez com que o capitão da Polícia Militar da Bahia Eder de Souza Santos virasse alvo de investigação. As informações são do site Correio.
De acordo com o portal de notícias, as investigações em torno oficial, lotado no Comando de Policiamento da Região Oeste (CPRO), apuram compra e venda de imóveis na cidade de Barreiras, além de outras irregularidades. Apurações feitas pelo Correio indicam que as infrações teriam ocorrido na 3ª Vara Cível e de Registros Públicos da cidade, onde atuava a juíza Marlise Freire de Alvarenga.
Devido à acusação de cobranças por decisões judiciais, a juíza foi afastada em novembro do ano passado e, desde então, responde por essa acusação na Corregedoria do Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA). Por conta da polêmica, ela ficou conhecida como “Juíza Cinquentinha”.
Documentos acessados pela reportagem do portal de notícias mostram que a sindicância contra o capitão foi aberta pela Corregedoria da PM, no dia 25 de fevereiro deste ano, para investigar “indícios de autoria e prova de materialidade de infração administrativa”.
Esse mesmo documento cita que o oficial da PM, apontado como sócio de duas empresas (uma no ramo de imobiliária e outra varejista de calçados) estaria associado à prática de agiotagem por ter participado de operações financeiras informais, consistentes em empréstimos com juros excessivos.