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Ponte Salvador-Itaparica: Governo Lula dá sinal verde e impulsiona megaobra baiana
Com a medida, o empreendimento passa a ter tratamento prioritário na estrutura federal.
12/02/2026 08h48
Por: Karoliny Dias Fonte: Bahia.Ba
Foto: Divulgação

A construção da ponte Salvador-Itaparica deu mais um passo institucional ao ser oficialmente incluído no Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) do governo federal. O projeto recebeu parecer favorável da Casa Civil, pasta comandada pelo ministro Rui Costa, e foi formalizada por meio da Resolução nº 344, publicada no Diário Oficial da União nesta quarta-feira (11).

A entrada no PPI já havia sido confirmada por decreto presidencial assinado por Luiz Inácio Lula da Silva em setembro. Com a medida, o empreendimento passa a ter tratamento prioritário na estrutura federal, com acompanhamento especial nos processos de licenciamento, modelagem financeira e articulação com a iniciativa privada.

A entrada no PPI já havia sido confirmada por decreto presidencial assinado por Luiz Inácio Lula da Silva (STF), em setembro do ano passado. Com a medida, o empreendimento passa a ter tratamento prioritário na estrutura federal, com acompanhamento especial nos processos de licenciamento, modelagem financeira e articulação com a iniciativa privada.

A qualificação, de acordo com o governo federal, garante maior segurança jurídica e celeridade nos trâmites administrativos. O enquadramento da ponte ao PPI também facilita o acesso a financiamentos e permite a possibilidade de aportes federais, já que a obra integra o Novo PAC.

Considerada uma das maiores obras de infraestrutura do Brasil, a ponte terá 12,4 quilômetros de extensão sobre o mar, conectando a região do Terminal Marítimo de São Joaquim, em Salvador, ao município de Vera Cruz, na Ilha de Itaparica.

Com mastros que devem alcançar 218 metros de altura, a estrutura promete alterar a paisagem da capital baiana. Orçada em aproximadamente R$ 10,6 bilhões por meio de Parceria Público-Privada (PPP), a obra tem entrega prevista para junho de 2031.

O projeto contará com tecnologia de engenharia chinesa e é apontado como vetor de desenvolvimento econômico, geração de empregos e fortalecimento do turismo na região.