Segundo a publicação, a avaliação é que o ex-presidente pode usar o momento para radicalizar o discurso e tentar reconquistar apoiadores que se decepcionaram com sua “fuga”.
Outras questões delicadas são o esquema de segurança para a chegada e a forma como se dará o deslocamento. Pegar um voo comercial é considerado inviável, e o PL não tem como alugar um jato, com seus recursos bloqueados.
De acordo com a Folha, seria a repetição de cenas que ocorreram a partir de 2017 e ajudaram a catapultá-lo à Presidência no ano seguinte.