Tomada em resposta a provocação do deputado federal Paulo Teixeira (PT-SP), a decisão visa evitar uso político das corporações para gerar fatos que beneficiem a candidatura de Jair Bolsonaro (PL) e prejudiquem a de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Para o presidente do TSE, O processo eleitoral como “pilar da democracia” deve ser resguardado. Alexandre de Moraes entendeu que as informações das polícias com dados sobre apreensões feitas nestas operações “não foram suficientes para refutar as notícias amplamente divulgadas, não havendo até o momento indicação sobre as razões que justificam as operações específicas implementadas no segundo turno das eleições, exceto a coibir a compra de voto.”