Feira de Santana Sebrae
Superintendente do Sebrae na Bahia fala sobre evento realizado em Feira de Santana
O conteúdo do evento aborda como a inovação pode elevar à produtividade, reduzir o desperdício e fazer o negócio lucrar muito mais.
25/03/2022 12h26 Atualizada há 4 anos
Por: Karoliny Dias Fonte: Boca de Forno News
Foto: iStock

O superintendente do Sebrae na Bahia, Jorge Cury falou sobre o evento que o órgão, junto com o Senai Cimatec, realizou na cidade. Foi uma palestra sobre inovação, conectividade e produtividade. O evento faz parte da programação do Encontro Regional de Desenvolvimento Empresarial em Feira de Santana. O conteúdo aborda a forma como a inovação pode elevar à produtividade, reduzir o desperdício e fazer o negócio lucrar muito mais.

Para Jorge, é fundamental que as pessoas aprendam a levantar a sua voz ao invés de apenas se queixarem. “Fazer o que está fazendo, dizer o que está fazendo. Falar o que está tendo dificuldade de fazer e poder realmente com isso aprimorar a sua atividade”, afirmou.

Ele falou ainda sobre a retomada aos trabalhos após a pandemia. Conforme Jorge, todos juntos, poder público, setor empresarial, SEBRAE e outras instituições do sistema S, estão apoiando a tomada de iniciativa no sentido de que se possa ter, de forma pragmática, a retomada. “O que que podemos fazer para se fazer a retomada efetiva? Feira sai na frente. Esse evento tem tudo a ver com esse momento que estamos buscando sobre a questão do nosso ecossistema, da inovação, das plataformas digitais, desse novo momento”, explica.

Ele ressalta ainda a importância de se colocar as necessidades, as pretensões em evidência para que as instituições que estão juntas possam efetivamente enfrentar esse novo momento e não fazer a retomada de qualquer jeito. “Precisamos retomar mais fortes. Para isso, precisamos nos preparar melhor e com isso fazer com que a economia do município, da região, seja cada vez melhor”.

É ano eleitoral e por isso se sabe que se aceleram algumas coisas e outras desaceleram, até por conta da lei. Para Cury, até o final do semestre dá pra se trabalhar bem. “No segundo semestre realmente os trabalhos eleitorais se acentuam. Se tivermos condição de poder trabalhar bem aquilo que tem a ver com o setor público até o final de junho e a partir de julho vamos trabalhar mais com o braço do setor empresarial, das áreas institucionais. Vai ser muito difícil você evitar essa questão da política partidária no segundo semestre desse ano”, finalizou.